A estabilidade da família, responsabilidade de todos!

jan 16, 2016 by

A estabilidade da família, responsabilidade de todos!

Quem assiste a uma orquestra fica estupefato diante da beleza da música: sua melodia, harmonia e ritmo. Porém, ninguém atenta para as dificuldades que os músicos enfrentaram para sintonizar todos aqueles instrumentos, fazendo com que várias tonalidades se mesclassem, formando um conjunto harmônico.

À semelhança de uma orquestra, liderada por um grande maestro, a natureza regida por Deus, contém todos os atributos da dita equipe musical. No jardim do Éden, apesar de existirem diferenças marcantes entre o homem e a mulher, e destes em relação à natureza, havia harmonia entre eles.

Isto representava o equilíbrio, baseado no respeito de todos, de uns para com os outros.

Em ambas as situações a presença de Deus surge como a causa da harmonia ambiental. Sem a Sua presença é impossível haver um lugar prazeroso para se viver. Aos interessados na criação de um lar, cabe a cada um o compromisso de participar de sua construção. Tal como uma orquestra, o resultado dependerá da entrega pessoal de cada indivíduo no alcance da proposta esperada pela família.

Em direção a essa proposta, o primeiro passo é reconhecer os próprios limites; o segundo, aceitar as diferenças do outro.

Agindo desta forma, todos contribuem para tornar possível o equilíbrio no convívio social. Quando se percebe a próprias limitações o outro é reconhecido como um aliado no projeto de construção do ambiente familiar. As diferenças pessoais não podem servir de desculpas para justificar a desunião da família, pois cada ser humano é único em todo o mundo, e isto deve ser levado em consideração num relacionamento familiar.

Podemos supor que a transformação da família, de acordo com a Bíblia, ocorrerá quando cada um dos seus membros assumir sua responsabilidade de trabalhar em prol de um objetivo comum – sua estabilidade.

E, se ao invés de direcionarmos nossas forças contra satanás e seus aliados, as executamos contra nós mesmos, vendo no cônjuge o nosso inimigo, demonstraremos na prática a nossa desunião; o que causará a nossa provável derrota, pois nas palavras de Cristo “todo reino dividido contra si mesmo será arruinado” (Mateus 12.25).

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